O teu nome em mim ficou gravado 

Sem nunca ver a tua face verdadeira 

Rasgar-te esse sorriso perverso e imoral 

Destruir o teu rosto cruel, e afogar-te no teu fel 

És uma falsidade que o mundo não vê, e eu não consigo afastar-te 

Vejo o pecado no que dizes, provocando a dor e amargura 

E não sei rezar a Deus por ti, nada de amável me sai 

Não me acredito que já foste inocente, e agora cresceste nisto 

Não me acredito que já foste comum, e num demónio te tornaste 

És podre e eu sei que sabes que és 

És podre e eu sei que sentes o teu sorriso a matar 

És podre e queria por-te um fim 

És podre e em mim ficou o teu nome gravado 

Espero que no inferno haja um lugar para ti 

Ardas, sofras e nada mais possas amar 

Os pecados que fizeste te sejam retornados 

E por fim chores o que chorar fizeste aos amados 

Os teus olhos já não tem luz, e só brilham no egoísmo 

O teu tempo já passou e nada te leva 

Para parares de apodrecer o mundo 

Para finalmente nos deixares em paz 

E quando olhas para ti, não vês o mesmo que eu vejo? 

Porque, oh, porque, não paras de olhar para mim…